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Confiança






À medida que a proximidade aumenta e o valor pessoal atribuído a um relacionamento aumenta, a vulnerabilidade aumenta. Indivíduos próximos compartilham detalhes particulares uns com os outros, contam uns com os outros para atender às suas necessidades e muitas vezes colocam o bem do relacionamento à frente dos objetivos pessoais. Embora essa proximidade possa certamente ser satisfatória, também está associada ao potencial de ser magoado ou explorado pelo parceiro. A confiança é um processo que visa proteger contra a vulnerabilidade que surge durante o desenvolvimento do relacionamento. Uma importante teoria da confiança conceitua-a como (a) o aumento da capacidade de prever os comportamentos de um parceiro, (b) o aumento da probabilidade de julgar um parceiro como confiável além do previsível e (c) a fé na confiabilidade de um parceiro persistirá através da dificuldade. Essas experiências dão aos indivíduos a confiança de que um parceiro responderá às suas necessidades e não tirará proveito da crescente interdependência no relacionamento.
A confiança é considerada mais específica do relacionamento do que uma característica pessoal e geralmente é mútua. Em outras palavras, embora a confiança seja direcionada para a pessoa em um relacionamento, a confiança é sobre o relacionamento. Cuidar do outro, sentir-se comprometido e longevidade no relacionamento estão positivamente associados a uma maior confiança. Em uma grande amostra de indivíduos envolvidos em um relacionamento romântico, aqueles em novos relacionamentos relataram o mínimo de confiança, seguido por parceiros de namoro exclusivos, casais noivos ou que coabitam e, finalmente, recém-casados ​​e íntimos casados. Assim, experiências que fortalecem o vínculo relacional também confirmam a confiabilidade do parceiro.

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